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Serpa Terra Forte

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CM Serpa
05
jul
Editorial SI Nº 150 - JUNHO 2017

Serpa, terra de gente forte

 

O concelho de Serpa é o território e as pessoas que nele vivem, que o construíram enquanto espaço de cultura e de história. É a paisagem, o património material e imaterial, é a agricultura e o mundo rural, é a serra e o rio. É o regadio de Alqueva e as suas potencialidades. O pão. Os comeres e os saberes. O Cante, sempre o Cante. Uma relação especial do homem com a terra e com a tradição. Uma identidade forte. De olhos postos no presente e no futuro, na criação de cada vez melhores condições para quem aqui vive e trabalha, para quem nos visita. Criando dinâmicas para a coesão social e equilíbrio territorial. Para a inclusão e para a sustentabilidade. Serpa, Terra Forte é mais do que um slogan, é um modo de estar e de fazer em coletivo, num percurso que todos pretendemos cada vez mais partilhado, cada vez mais participado, com resultados cada vez mais duradouros. Vem isto a propósito dos muitos projetos e programas em que estamos a trabalhar, sendo de referir o apoio às empresas e ao desenvolvimento económico ou os projetos de âmbito social e comunitário, com referência também às dinâmicas geradas pelas Jornadas Sénior, Gente em Movimento e Jogos Municipais, estes últimos com registo de mais de mil participantes. Serpa é Terra de Gente Forte e é este o nosso grande suporte!

 

01
jun
Editorial SI Nº 149 - JUNHO 2017

Intensa atividade

 

É intensa a atividade cultural e desportiva no concelho de Serpa, resultado do trabalho dedicado das várias entidades, onde se destaca o movimento associativo e agentes socioculturais e desportivos em geral. São disto exemplos, e para além das Festividades tradicionais que decorreram por todo o concelho entre abril e maio, muitas outras iniciativas em diferentes domínios, com destaque para o Festival Terras sem Sombra, a 1ª Festa do Livro de Serpa, o Encontro de Culturas, os Jogos Municipais, a Escalada de S. Gens, o Dia da Criança, as Jornadas Sénior, os Santos Populares, com as Marchas Populares e os Jordões, o Guadiana em Festa ou o Festival da Juventude.

Em simultâneo, há ainda que falar de todo um vasto programa de ações, em permanência ou com caracter periódico que dão resposta às necessidades dos munícipes, como é o caso do Programa Gente em Movimento, da Academia Sénior, da Biblioteca Abade Correia da Serra, entre outras, sendo também de referir que mais uma ano vamos ter os Ateliês de Tempos Livres durante o período de férias, para crianças desde a idade pré-escolar até aos 12 anos.

É com muita satisfação que referimos todas estas dinâmicas deixando aqui um grande agradecimento a todos os que fazem e contribuem para um concelho em movimento.

01
mai
Editorial SI Nº 148 - MAIO 2017

Espaços urbanos de qualidade

 

A qualidade do ambiente urbano no concelho tem sido uma das nossas grandes preocupações, com um planeamento atento às necessidades da população e às potencialidades do território, permitindo igualmente criar e qualificar novos equipamentos para usufruto de todos e que contribuem para a qualidade de vida e desenvolvimento que seguimos. A conclusão da Pavilhão Desportivo Municipal de Vila Nova de S. Bento, as intervenções de melhoria nas infraestruturas escolares, como é o caso do Parque Infantil da EBI de Pias, os minicampos desportivos em Vale de Vargo e em A-do-Pinto, são exemplos desta estratégia, às quais se juntam as obras de requalificação do Jardim Municipal de Serpa, do Mercado Municipal de Serpa e do Parque Multiusos de Pias, a iniciar brevemente. No mesmo sentido, temos tido intervenção reforçada na área do ambiente e recolha de resíduos, designadamente com a instalação de mais contentores ou a aquisição de uma varredora urbana, sendo de referir que, no princípio de abril, testámos um sistema ecológico alternativo aos herbicidas, para evitar a utilização de químicos prejudiciais ao ambiente e às pessoas. Este caminho de sustentabilidade para o nosso concelho tem sido o nosso compromisso e é para nós uma prioridade.

 

03
abr
Editorial SI Nº 147 - ABRIL 2017

Abril, mês de cravos vermelhos

 

“Este dia é um canteiro/com flores todo o ano”, escreveu José Jorge Letria. Neste ano em que assinalamos os 43 anos da Revolução dos Cravos, podemos pegar neste verso e dizer que este dia foi um canteiro, onde todos os anos, as flores renascem.  Porque, em todo este processo, temos tido sempre novos campos e nova terra para semear, novas e renovadas formas de luta, sempre na construção de um futuro melhor. Nada melhor do que o simbolismo dos cravos vermelhos, flor de abril, para marcar o nosso trabalho e as nossas vidas. E, no trabalho autárquico, o trabalho realizado pelas freguesias e municípios é uma realidade conhecida e reconhecida por todos, evidenciada pela efetiva transformação das condições de vida das populações, nas transformações económicas, sociais, culturais e ambientais e na valorização e proteção do território. Da intervenção social à dinamização económica, o nosso trabalho pauta-se pela preocupação com as pessoas e pelo criar de condições que promovam a qualidade de vida. Porque o desenvolvimento local constrói-se com e para os agentes e as comunidades, juntando esforços para o crescimento e qualidade de vida de que podemos todos beneficiar.

Assinalado em todo o Concelho, o 25 de abril é, assim, tempo de festa, a que se juntam as festividades tradicionais em Serpa e na maior parte das freguesias. E quero aqui destacar o Cortejo Histórico e Etnográfico que se realiza há 37 anos, no Domingo de Páscoa e que é erguido pelos serviços do município, com a participação ativa da população. Centenas de figurantes recriam a nossa história e tradições, num evento que atrai todos os anos largas centenas de visitantes, contribuindo para que Serpa seja um concelho que se distingue por tudo o que é de melhor, pela sua dinâmica, criatividade, solidariedade e progresso.

01
mar
EDITORIAL SI Nº. 146 - MARÇO 2017

A Câmara no Terreno

 

Desde sempre que o nosso trabalho tem tido como prioridade uma gestão democrática, numa preocupação permanente com a proximidade e o envolvimento com todos os agentes que estão no território.

A realização de reuniões de Câmara e de sessões da Assembleia Municipal descentralizadas em todas as freguesias desde 2014, assim como - e desde sempre - os vários conselhos municipais, as reuniões setoriais, o atendimento personalizado, os contactos mais ou menos formalizados, as várias ações especificas de auscultação dos munícipes, a par com a recente ação “A Câmara no Terreno”, refletem este nosso cuidado em conhecer, ouvir, trocar ideias e resolver problemas.

Durante os dias 31 de janeiro e 9 de fevereiro estivemos, juntamente com vários técnicos do município, em todas as freguesias e localidades do concelho, reunindo com as juntas de freguesia e outras entidades, falando com as pessoas e recolhendo o máximo de contributos para um trabalho cada vez mais eficaz e de resposta às necessidades apontadas.

E, sem dúvida, é “no terreno” que estamos sempre, com as pessoas, junto do movimento associativo, das coletividades, nos muitos e bons sítios de convívio, onde se pode sempre muito bem petiscar com dois dedos de conversa. Nesta altura em que celebramos os 40 anos do Poder Local Democrático, reforçamos, mais uma vez que o nosso compromisso é com a população, com esta nossa terra e estas nossas gentes.

02
fev
EDITORIAL SI Nº. 145 - FEVEREIRO 2017

A grande festa do Queijo

 

A Feira do Queijo do Alentejo está, mais um ano, no Pavilhão de Feiras e Exposições de Serpa! Este grande certame de promoção do Queijo e dos produtos agroalimentares, com particular destaque para o que é produzido no concelho, está consolidado, apresentando a cada ano novos fatores de atração e afirmando-se na sua dimensão económica, social, cultural e de promoção turística.

Este é um evento que tem subjacente um tema central, a utilização dos recursos endógenos como fontes de valor acrescentado para a dinamização económica e criação de emprego. E isto remete para um crescimento inteligente, sustentado e inclusivo. Para a interação entre cultura e economia, no reforço da competitividade e diferenciação. Para o património, a cultura, os produtos endógenos como pilares do desenvolvimento. Para o cante e a gastronomia, o vinho, o azeite ou enchidos, o pão, o mel e a doçaria. Tudo isto está nesta Feira do Queijo do Alentejo e nos variados petiscos disponíveis nas tasquinhas da Feira e nos restaurantes da cidade e do concelho. Tudo isto está no saber receber que nos caracteriza.

E é com as nossas gentes e os seus saberes, com a nossa identidade, a nossa cultura, o nosso património, a nossa criatividade, que queremos trabalhar e contruir um concelho de progresso, dinâmico e competitivo.

Com tudo o que de melhor temos, bem-vindos à Feira do Queijo do Alentejo de 2017!

02
jan
EDITORIAL SI Nº. 144 - JANEIRO 2017

40 anos ao serviço da população

 

Neste momento em que assinalamos os 40 anos do Poder Local Democrático, quero começar por deixar aqui um reconhecimento a todos os autarcas, homens e mulheres que durante este período deram o seu melhor ao serviço da população do concelho. O trabalho feito pelo Poder Local está à vista, num percurso coerente e sempre no sentido da melhoria das condições de vida, do desenvolvimento e do progresso e que permitiu, ao longo destes 40 anos, alcançar prestígio e reconhecimento. Sem dúvida que, coletivamente, autarcas, populações, agentes de organizações nas diferentes áreas, trabalhadores do município, fizeram um trabalho notável. É toda esta gente que queremos saudar, é a todos eles que queremos agradecer.

E porque estamos a começar um novo ano importa referir que os documentos previsionais do município para o ano de 2017 refletem a continuidade de um trabalho que tem sido feito coletivamente e sempre com empenho e determinação. Salientando, contudo, que a Lei das Finanças Locais continua a não ser cumprida, porque apesar de algumas normas mais positivas para os municípios, mantêm-se alguns constrangimentos, designadamente a falta de medidas para a recuperação da capacidade financeira das autarquias locais, sendo que as verbas a transferir continuam aquém do definido nesta Lei. Esta situação determina toda a nossa atividade, sobretudo a nível do investimento e aumenta a dependência do recurso aos apoios comunitários, sendo de referir também que os atrasos e as indefinições na abertura dos avisos de candidatura estejam a condicionar em muitos meses a nossa calendarização de trabalhos. E, sendo o investimento quase em exclusivo feito com o recurso às verbas disponibilizadas através do Portugal 2020, temos trabalhado para aproveitar ao máximo todas as oportunidades, garantindo igualmente as condições para assegurar a contrapartida nacional. Mas a nossa estratégia está bem definida e temos vindo a encontrar as melhores formas de nela se enquadrarem as possibilidades de apoio existentes, porque o nosso compromisso é com a população e a construção de um concelho de desenvolvimento sustentável.

02
dez
EDITORIAL SI Nº. 143 - DEZEMBRO 2016

 Um Feliz Natal

 

Estamos em época de natal e quase a chegar ao final de mais um ano, altura em que todos fazemos balanços do que fizemos e vivemos e preparamos um novo ano, a nível pessoal e a nível profissional. De igual forma, este é o tempo de receber família e amigos, de festa e de convívio. Tempo de dar e de receber, essencialmente.

Para assinalar esta época tradicionalmente festiva e dando continuidade à estratégia seguida pelo município de Serpa no domínio da dinamização económica e que tem como uma das prioridades o apoio à revitalização e valorização dos recursos e agentes económicos locais, gerando mais oportunidades e fomentando o reforço da capacidade de atração de investimento e de produção de valor, entendemos promover um programa de atividades de animação, onde se inclui a campanha Feliz Natal com o Comercio Local, programa de que damos conta neste número do Serpa Informação.

Quero também referir que neste mês, celebramos a realização das primeiras eleições para as autarquias locais, a 12 de dezembro de 1976. É importante salientar o trabalho do Poder Local – freguesias e municípios - nestes 40 anos ao serviço das populações, para a efetiva melhoria da qualidade de vida das populações, pelas transformações sociais, económicas e ambientais, pela valorização, promoção e proteção dos territórios. E em Serpa foram evidentes as mudanças: o concelho cresceu e desenvolveu-se de uma forma equilibrada em todas as freguesias, com um conjunto diversificado de equipamentos desportivos, culturais e sociais, os espaços urbanos estão valorizados, existem importantes dinâmicas associativas, há atividades desportivas, sociais, e culturais ao longo de todo o ano e para toda a população. E é importante referir que todo este trabalho é resultado de um trabalho coletivo aliado a um forte sentimento de comunidade e de identidade, transformando as potencialidades em progresso e em crescimento. Por isso, também, nesta altura em que comemoramos dois anos do reconhecimento pela UNESCO do Cante Alentejano como Património da Humanidade, podemos dizer que este sentimento identitário é crescente e contribui para a afirmação de um concelho de sustentabilidade.

01
nov
EDITORIAL SI Nº. 142 - novembro 2016

O Cante em Festa

 

Há dois anos, a UNESCO reconheceu o cante alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade. Sempre soubemos o seu valor enquanto identidade de um povo e de uma região, mas este reconhecimento deu-lhe uma visibilidade que não tem parado de crescer. E sendo a cultura um pilar do desenvolvimento, há duas componentes a ter em conta. Por um lado, a salvaguarda do património cultural, um trabalho que tem de se fazer continuamente, no sentido de recolher os máximos dividendos; por outro lado é transformar este património cultural num ativo económico. Sobretudo, queremos dar continuidade ao trabalho no âmbito do apoio ao movimento coral, apoiando e promovendo programas como o Cante nas Escolas, dar também ainda mais dinâmica à Casa do Cante, incidindo de uma forma geral em projetos criativos ligados ao cante alentejano, estamos a avançar com o Museu do Cante. Porque o cante é um ativo e é assim que deve ser encarado, num trabalho geral de promoção do desenvolvimento do concelho e da região, que passa pelas indústrias criativas, pelo turismo, pela economia local. Estão a ser dinamizados alguns projetos através da Casa do Cante, tendo sido apresentado no início do verão o Roteiro de Cante Alentejano, um projeto-piloto que tem também o apoio da ERT – Turismo do Alentejo e que disponibiliza uma rota de sedes, locais de ensaios e tabernas, atualizado mensalmente, permitindo aos interessados viver esta experiência, criando ao mesmo tempo sustentabilidade ao movimento coral através do turismo. Esta oferta pode ser complementada com a gastronomia, o vinho, o património edificado, ou seja, todos os outros nossos patrimónios.

Fomos o motor nesta candidatura e também queremos ser o motor neste caminho de trazer pessoas ao Alentejo para ouvir o cante. Trata-se, pois, de trabalhar no sentido de cumprir o plano de salvaguarda. Dando cumprimento ao plano de salvaguarda, quem fica a ganhar é o cante. E ganha também o território, porque o cante abre portas a outro tipo de trabalho na área da investigação científica, na dinamização do turismo, no dar a conhecer a nossa gastronomia e os produtos locais, na economia local.

Neste mês de novembro há que celebrar o nosso cante!

02
out
EDITORIAL SI Nº. 141 - OUTUBRO 2016

Apoio ao ensino e às atividades escolares


No início de mais um ano escolar, é tempo de falar da atividade do município de Serpa na área da educação, tema que as páginas centrais deste número do Serpa Informação dão conta, em jeito de balanço. Mas se é essencial referir todo este diversificado importante conjunto de projetos, programas e ações, é preciso igualmente referir que a nossa intervenção nesta matéria é muito mais global, prosseguindo a estratégia definida para o desenvolvimento sustentável deste território e investindo nas gerações mais novas, que são um dos nossos maiores bens.

É prioridade, nas opções do município, o eixo da coesão social, da inclusão e da igualdade de oportunidades. E a educação e a formação surgem aqui como aspetos centrais do nosso trabalho, porque os índices de desenvolvimento e bem-estar que pretendemos apenas são possíveis com uma aposta forte na qualificação e na formação e este é um trabalho que tem necessariamente de ser feito com base em parcerias e envolvimento da comunidade. O desenvolvimento local sustentado, composto pela qualidade de vida das pessoas, do empreendedorismo e da inovação, da solidariedade e da equidade, da qualidade de vida coletiva e ambiental deve ser procurado dentro da própria comunidade, num processo endógeno.

Neste contexto são de destacar as várias parcerias estabelecidas, os muitos apoios prestados, nomeadamente às IPSS, o trabalho realizado pela Biblioteca Abade Correia da Serra na sua programação regular, a atividade do Musibéria, entre muitas outras frentes de trabalho. Aqui cabe igualmente uma referência aos equipamentos de apoio, como é o caso dos equipamentos municipais desportivos e culturais e todos os outros recursos disponibilizados aos estabelecimentos de ensino. E, tal como é referido no Serpa Informação, o investimento direto na melhoria das infraestruturas educativas, designadamente na modernização do parque informático das escolas do pré-escolar e 1ºciclo e na requalificação dos edifícios e recintos escolares.

A nossa visão de desenvolvimento assenta na valorização do capital humano e numa perspetiva integrada e integradora de todos os agentes que aqui desenvolvem o seu trabalho. E este é um trabalho coletivo, de todos nós, com as responsabilidades que cabem a cada um, dentro daquilo que são nossas competências. Este é o nosso grande desafio.

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